O ramo que não dá fruto
Tenho incentivado a Igreja a evangelizar pregando contra a corrupção nesses dias de grandes eventos esportivos. Através do conhecimento da Verdade a mente das pessoas pode ser mudada e então elas vão ‘jogar limpo’ em suas relações, desde a família e em todas as instâncias da sociedade. A questão é que há muita corrupção para enfrentar dentro da Igreja também, e boa parte dela está relacionada ao trânsito de membros, à infidelidade dos que deixam suas igrejas e aos interesses escusos dos líderes daquelas que os acolhem na ganância do crescimento artificial. Por isso, nos próximos artigos dessa série quero me dedicar a esse tema.
De modo geral, considera-se que quem saiu da igreja fez isso porque
quis. Contudo, se você olhar para o que Jesus disse na noite em que foi traído terá
uma ideia bem diferentes. Veja:“Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto,
ele corta; e todo que dá fruto ele poda para que dê mais fruto ainda.” Jo
15:2. Quando uma pessoa não dá frutos, quando sua vida não produz resultados em
si mesma e na vida dos outros, é Deus quem se encarrega de afastar tal pessoa.
Por isso mesmo é tão frequente que, antes de se afastar, um crente comece a
‘entregar seus cargos’ e passe por um período de inatividade. Depois ele pode
até achar que se afastou espontaneamente da Igreja, mas, na verdade, foi
arrancado dali por Deus.
Cada crente deve ser produtivo. É para isso que fomos chamados por Jesus, para dar frutos, que em João 15 são de dois tipos: o fruto do Espírito, o progresso espiritual em nossa própria vida e a transformação de outras pessoas através de nosso ministério. Um pastor que queira manter seus membros deve insistir nisso, que todos estejam produzindo resultados em sua vida pessoal e na vida de outros. Crentes assim agradam a Deus, são verdadeiramente úteis na Igreja e permanecem, apesar das dificuldades.
Cada crente deve ser produtivo. É para isso que fomos chamados por Jesus, para dar frutos, que em João 15 são de dois tipos: o fruto do Espírito, o progresso espiritual em nossa própria vida e a transformação de outras pessoas através de nosso ministério. Um pastor que queira manter seus membros deve insistir nisso, que todos estejam produzindo resultados em sua vida pessoal e na vida de outros. Crentes assim agradam a Deus, são verdadeiramente úteis na Igreja e permanecem, apesar das dificuldades.
Se você está em um momento de pouca conexão com sua Igreja, se está até
pensando em sair por ai procurando um lugar mais interessante, convido você a
fortalecer primeiro sua comunhão com Cristo pela oração e pela Palavra, e
depois a assumir sua posição na Igreja como membro produtivo. Faça tudo para
não ser cortado da videira verdadeira, para não se tornar um galho de folhas
secas, levadas pelo vento ali e acolá. Cuide para não tomar um cartão vermelho
e ser expulso do campo. Produza frutos que permaneçam!
José
Bernardo é pastor, pesquisador, escritor, estrategista de evangelização e
conferencista. Fundou e preside a agência missionária de mobilização
evangelística AMME Evangelizar.
Fonte: http://www.pulpitocristao.com/
